terça-feira, abril 18, 2017

InfoCamp Seattle 2017


A chamada para o evento era: "An unconference for Seattle's Information Science and Technology community", uma desconferência para a comunidade de Ciência da Informação e Tecnologia de Seattle. Na mesma hora meu olho brilhou e lembrei do BiblioCamp do Brasil.

O InfoCamp Seattle 2017 aconteceu no dia 8 de abril no Mary Gates Hall na University of Washington, universidade onde estou desenvolvendo parte da minha pesquisa de doutorado. O evento tinha o custo de U$20,00 e a inscrição era feita on-line por meio do site. O InfoCamp começou às 8h 30min da manhã com o credenciamento, seguiu com o café da manhã e bate-papo entre os participantes. Às 9h 30min tiveram início as atividades relacionadas às apresentações que seriam feitas durante o dia.

Tenho participado de muitas palestras e conferências no período que estou nos EUA e percebi que as pessoas aproveitam de verdade o momento de networking. No InfoCamp, por exemplo, durante o café, conheci vários profissionais de diferentes áreas. As pessoas querem compartilhar suas experiência e conhecer as experiências dos seus pares.

O evento começou com a proposta de divisão dos participantes em grupos, conforme as cores que recebemos no credenciamento. Cada grupo discutiria quais temas gostaria de ouvir durante o InfoCamp e uma das temáticas escolhidas deveria ser apresentada por um ou mais participantes de cada grupo. 


Além das apresentações que foram sugeridas por cada grupo, os participantes do evento se voluntariaram para apresentarem diferentes temáticas ao longo do dia. Eu participei de duas sessões: "Tactics for making deep research information accessible to people who are experts in different domains" e "Mindfulness in the workplace". Durante cada sessão, um dos voluntário responsáveis pela organização do evento participada da sessão como ouvinte e fazendo anotações sobre o que era discutido. Essas anotações ficavam disponíveis para todos os participantes do InfoCamp e estes também poderiam inserir suas próprias anotações de forma colaborativa.



Outros temas muito interessantes foram discutidos, como: design para populações vulneráveis, mídias sociais e privacidade, política e mídias sociais, acessibilidade, arquitetura de informação, realidade virtual, etc.

Foi uma ótima experiência e, se eu fosse participar da organização do BiblioCamp novamente no Brasil, com certeza seguiria o modelo original a risca, apesar de culturalmente o Brasil ser diferente nesse sentido. Tenho dúvidas se teríamos tantas propostas de sessões como no InfoCamp Seattle 2017.

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